segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Me diga o número do teu bilhete e direi quem tu és.

E agora me carrego de sonolências,
às quase cinco da manhã.
Preocupado com o transporte
que, desculpem, fede morte
e cachaça barata.

Mas, enquanto em movimento,
me preocupo e me contento
e me vejo quase ali.
Quase perto do que uma semana pareceu tão longe pra mim.

E só agora me percebo pronto pra dormir.
Poderia ser mais cedo, a sonolência,
mas é sono lento de chegar.
Talvez pelos amores aqui no peito,
os pavores que nem sei direito,
e a vontade de te ver.

Só sei que suo frio,
mas fecho os olhos pra dormir tão bem.
Que amanhã, na estrada longa,
vou passar pelas paisagens
que sei que já passou também.
E vou feliz.

10 comentários:

Gustavo Pavan disse...

Que coisa linda, cara.
Pago pau mesmo. kkkkk *-*

Mariana Ferreira disse...

Sabia que vc não tinha voltado atoa! Sempre lindo como eu conheço! To amando tudo isso, do jeitinho que amo vcs!!

Steph disse...

Acordo pra pegar o ônibus e dou de cara com isso. Tem como não ir sorrindo daqui até lá?

loufai disse...

Pra frente, Brasil!

Luciana Rigotto disse...

Poderia ser este o primeiro da Gazeta. O que pensa???

Léo Rigotto disse...

Acho que tem melhores, mas pode ser. Topa ser minha empresária nas terras do menino da porteira?

Luciana Rigotto disse...

Demorou...Só não prometo ser imparcial, tenho que ter direito a choro e tietagem...

Léo Rigotto disse...

Sem problemas. Mãe é mãe. :D

Luciana Rigotto disse...

Quer escolher outro texto? Só que preciso mandar na máximo até amanhã.

Léo Rigotto disse...

Estou escrevendo mais alguns, mas confio na tua escolha. Te mando algo, se conseguir.