sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Renúncia póstuma ao amor (a)guardado

Tantos amores perdidos, passados.
Tantos nós que não foram.
Queria saber de quantas sofridas
vindas e idas
é feito o sal desse mar de morros.

Um comentário:

Endiara Cruz disse...

Incrível, Leo. Sintetizou o que sinto.
Obrigada pelo comentário lá no blog, é bom ver que nossa válvula de escape continua, cada dia mais forte.