segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Contrariedade pretérita

Eu gosto da poesia quando ela vira só um descanso da cabeça
tira a minha linearidade convencional da redação jornalística
e me dá uma habilidade quase parecida à de um pintor abstracionista
que me deixa não preocupar com a consistência do discurso
e transforma as minhas palavras em pinceladas fortes, com cores alternadas, sem sentido prévio.

2 comentários:

Stephanne Fernandes disse...

Sua poesia é tão bonita que merecia ser mais frequente que o jornalismo na sua vida.

Anônimo disse...

Lindo mano!!!