terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Que a vida é mesmo coisa muito frágil, uma bobagem uma irrelevância, diante da eternidade do amor de quem se ama.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

domingo, 21 de dezembro de 2008

Know yourself,
know each other,
know inside,
know outside,
know who you like,
like who you know,
know who you'll kill,
kill who you know,
kill who you like.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

We can work it out

Morram, capitalistas com suas mentes medíocres e feudais.
Morram, vegetarianos de lua e seus cachorros de estimação.
Morram, diretores e manda-chuvas de qualquer instituição de ensino.
Morram, jovens mal-amados que se entregam aos dogmas impostos.
Morram, presidentes e parlamentares.
Morram e não voltem mais.
Mas morram MESMO.

ps: eu sei falar de amor, mas agora não quero nem saber disso.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O Futuro Próximo da Humanidade de Todos os Tempos

O Futuro Próximo da Humanidade de Todos os Tempos

Não sei porque corro do tempo. O tempo corre e eu nem vejo.
O hoje passou tão rápido, que até o ontem é mais recente.
Não há como fugir dessa reação em cadeia:
Tudo leva ao nada, aproveite enquanto der.
E, quando não der mais pra aproveitar, deixe que as bactérias façam seu trabalho medíocre de decompor.
Você não irá voltar, não irá para nenhum lugar melhor, não ficará zanzando por aí como um ser intangível.
Seu cérebro simplesmente desliga, pára de funcionar, e volta a ser o que ele sempre foi:
Um amontoado de átomos sem graça, que não ouvem boa música e muito menos escrevem poesia.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Sobre mim não existe um todo.
Existe um pouco de cada.
Me entenda assim: Sou a música que ouço, não tenho fé em coisas que considero banais, não sou como a maioria.
Entende?

Waiting for an answer

Something about me?
It is so hard to say.
I just let it be
and I'm happy this way.

My life is something strange
you wouldn't understand at all,
I can tell you that I change
every time I reach a wall.

You can call me weak,
you can call me fool,
but I really like to change,
so tell me something about you.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Será que vai mudar quando eu resolver mudar?
Quando der certo de mudar?
Como será?
Será que vai continuar assim?
Será que vai ser melhor?
Será que vai ser tão ruim que eu vou querer voltar?
Será que eu nunca mais volto?
Será que vai mudar mesmo?

Agora eu vivo de dúvidas. Até o fim do ano eu não sou nada além de dúvidas.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

cut my ties

Maybe these words can explain all of that. Maybe not. I feel like I've nothing to look foward, you know? There was a time when I looked at the moon, and a thousand of dreams pass right through my head. I was kinda happy. But now? Just feel like it all fade away.
I just watched that movie you once told me about, and I remember all of that stuff that was in my head that time. I know you'll not read this, think you not even read anything from me anymore.
You can do what you want, you're free. I just want to write this, and watch it all fade away from my mind, cause, you know, it is hard to remember every day. Sorry for all I did, I didn't wanted to waste your time.
I'd just wished we could spend and waste our time together.
I trully wish that you be happy, wherever you are, whoever you're with.

Or maybe only music can explain it all, like it ever did:

But don't you know that you are living
You are living inside a lie
When you know it could be better here
It could be better if you'd just try

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Lixo

Lixo

Mais uma xícara de café
e eu vou ficar louco.
Mais sujeira no meu pé
e eu apodreço pouco a pouco.

Não é por sorte ou azar
é simples sina de sentir
pois se a morte atrazar
me leve pra longe daqui

Pra um lugar onde não haja disputa
outro país, outras regras de conduta
algum lugar onde tenha um violão,
um vinho, uma fogueira, uma opção.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

sábado, 22 de novembro de 2008

Ah, mérica!

a morte tem pérolas
a vida? tempero-la
com o sal dos meus olhos.

sobre o sóbrio caem obrigações
sobre o louco, humilhações.
amor, te amo
a morte, odeio.

prédios pendem pelo piso.
todas aquelas fotos foscas,
feições falhas de feridos.
da sorte não sobra nem sorriso.

seria a seiva sombra sólida da serra?
mata morta, mérito ou molde?
mata-me, fome do mundo.
quebra-me da vida, me tira.
mentira?

Odor, ó dor.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

bad dream

please come into the car
i've got something to say
close the door, i love you so
and i just think this is the day

we'll drive an hour or two
saying things we both already knew
then i'll park in some bright place
and we will kiss

i went down in my knees
and asked you to marry me
i saw the smile upon your face
but it all left out without a trace.

we could only hear the explosion
something hitting in the back
then it all went blind
i felt something in my neck

please tell me that you're fine
'cause i am feeling too much pain
that car just crash away
and you couldn't say yes

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Nem furacões nem tempestades

Nem furacões nem tempestades

Só quando a vida precisa de forças pra se manter de pé,
só quando um mero toque lhe faz sentir um apertado abraço.
Quando uma palavra tira a necessidade de uma frase inteira,
e um tenro sorriso humilha todas as lágrimas em volta.
Só quando a brisa mais fraca tira todo o calor sufocante
e quando o menor pingo de chuva molha todo um canteiro de flores.
Só quando um segundo vale mais que uma hora, e UM DIA, mais que meses.
Só assim você estará pronto para dizer que está vivo.
Então, talvez ninguém possa dizê-lo.

sábado, 8 de novembro de 2008

Se você quer mudar, então mude.
Mas não me deixe aqui sem saber o que sonhar.
Corra, corra mais um pouco.
Não pare, até sua perna virar um toco.
Amém.

domingo, 2 de novembro de 2008

Tempo

Tempo

Me sentei ao meio da sujeira que o tempo acumulou.
Me senti como todos os dias:
Saudade.
Talvez a saudade de tudo que eu não tive.
Talvez a saudade de um só dia que me deu tudo que eu sonhei. Um dia bom no meio de tantos ruins que o tempo acumulou.
A vontade de sentir aquela alegria inocente, ininterrupta que precedeu a tristeza de uma volta inexistente.
Se tantos outros choram, eu não chorei.
Se tantos outros culpam, eu não culpei.
Aprendi a ser assim:
Sozinho no meio de tanta gente que o tempo acululou.
Me levantei ao meio da limpeza que eu mesmo acumulei.
Me senti como nenhum dia:
Mais longe de tudo e todos.
Vai ver é só você.
Vai ver é só você querer.