compus mais um lixo sentimental sem algum valor musical:
If I need you
but you don't need me
please tell me right now
because I need you
so if you need me
we gotta meet each other now
cause every time i see your face
you give me feelings that i cannot explain
and every time i hear your voice
i really know that i love you much more.
if you need me
but i don't need you
i would tell you at all
but i need you
so if you need me
we have to make this all go on
sexta-feira, 7 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
Já não sei o que pensar. Até ontem eu era um rapaz feliz, mas a noite passada me trouxe indagações que possuíam como única resposta um tormento, uma angústia. Ontem à noite eu só precisei de tudo aquilo que não me deram, e eu me senti sozinho. Precisei daquelas palavras reconfortantes que te fazem sentir um novo homem, pronto pra encarar o mundo no dia seguinte. Precisei que viessem me dizer que todas aquelas perguntas tinham uma resposta feliz, que daí eu poderia dormir tranquilo e me sentir com o coração bem aquecido.
Eu precisava só saber que tudo aquilo que eu pensei era mentira, saber que o mundo não estava prestes a explodir e que eu não teria que ficar angustiado pelo fato de que me senti sozinho e com uma tremenda dor no coração.
Mas tudo o que eu tive foi silêncio. Porém isso não importa, nada importa, nem essa espera angustiante que só possui um nada como resposta. Essa espera que me leva e busca, eu só queria que ela acabasse, que eu não tivesse que esperar. Nem que a resposta seja tudo o que eu não quero ouvir.
Eu precisava só saber que tudo aquilo que eu pensei era mentira, saber que o mundo não estava prestes a explodir e que eu não teria que ficar angustiado pelo fato de que me senti sozinho e com uma tremenda dor no coração.
Mas tudo o que eu tive foi silêncio. Porém isso não importa, nada importa, nem essa espera angustiante que só possui um nada como resposta. Essa espera que me leva e busca, eu só queria que ela acabasse, que eu não tivesse que esperar. Nem que a resposta seja tudo o que eu não quero ouvir.
quarta-feira, 5 de março de 2008
E eu, com meus óculos tortos, as pontas dos dedos cheias de calo, uma melodia triste na cabeça, a boca semi-aberta como a de quem pensa em nada e tudo ao mesmo tempo. Eu, aquele que na infância pensava que a vida seria fácil, simples, agora descubro que nada é tão simples assim. Nada nunca foi. Nem o dinheiro, nem a pobreza, a loucura ou a lúcidez. Eu, que sempre fui tranqüilo, que sempre deixei levar.
Meu cabelo desarrumado, meu jeito de andar, minha forma de pensar, tudo se molda de acordo com aquele meu antigo sonho de que tudo fosse simples e calmo.
Mas eu sei que no fundo é a complexidade e os obstáculos que me fazem feliz.
Meu cabelo desarrumado, meu jeito de andar, minha forma de pensar, tudo se molda de acordo com aquele meu antigo sonho de que tudo fosse simples e calmo.
Mas eu sei que no fundo é a complexidade e os obstáculos que me fazem feliz.
segunda-feira, 3 de março de 2008
"Possibilidades", eu adoro essa palavra. Outra bem legal é "Opções". Cria um certo clima de liberdade, né? Acho que a diferença primordial entre as duas é o simples acaso. Existem possibilidades de várias coisas acontecerem, ao acaso, você não escolhe. Logo o contrário óbvio é a escolha, a opção. A vida do ser humano pensante é marcada por centenas de possibilidades e opções. As possibilidades são normalmente seguidas por um súbito olhar de "eu não acredito". Pra mim as opções são sempre seguidas de um "e se eu pudesse voltar no tempo".
Hoje estou cercado de possibilidades, irreversíveis até certo ponto. Opções? Quase nenhuma, e eu me sinto realmente feliz por causa disso. Obrigado.
E, quando tiver possibilidade, volte aqui!
Hoje estou cercado de possibilidades, irreversíveis até certo ponto. Opções? Quase nenhuma, e eu me sinto realmente feliz por causa disso. Obrigado.
E, quando tiver possibilidade, volte aqui!
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Information travels faster!
Vitrolas, marionetes, balões. Tudo aquilo e mais um pouco girava em torno dela, e ela nem sequer se movia. Parada, paralisada, olhando o mundo novo à sua volta, com aquele mesmo olhar que teve, quando pela primeira vez abriu os olhos naquele líquido escuro e materno por onde passara 9 meses. Sim, ela estava maravilhada, tonta e sem palavras, não que conseguisse pronunciar alguma com seus poucos meses de vida, mas, mesmo se conseguisse, não teria palavras para fazê-lo.
Sentou-se nos afagos do pai, observou tudo à volta, e, com grande esforço, soltou um leve grito de satisfação. E aquele gritinho agudo e contente foi a única coisa que realmente descreveu o momento.
Alguns anos se passaram, e ela percebeu que as maravilhas que sentiu naquele dia inesquecível nunca mais vieram à tona tão intensamente como na primeira vez. Procurou saber o motivo, se informar, mas tudo o que via não se parecia nem um pouco com aquilo que sentiu.
Ela poderia descrevê-lo como felicidade, mas a palavra felicidade logo se tornava carros, casas e produtos de beleza quando ela perguntava às pessoas. Poderia também descrever como algo magnífico, mas isso se transformava em bíblias e santos em poucos segundos na boca da população.
E o tempo passou, e ela nunca mais sentiu aquilo. Ao contrário: ela foi sentindo cada vez mais calor, mais cheiros ruins, mais plástico, menos físico e muito menos feliz. Ao final, ela decidiu acabar com tudo aquilo, e, como num passe de mágica, voltou ao útero úmido e confortável de sua mãe, e sonhou com as vitrolas, as marionetes e os balões, e jurou a si mesma que faria com que sua vida não sentisse aquilo apenas uma vez, mas que sentisse todos os dias, e que fizesse as outras pessoas sentirem também.
Vitrolas, marionetes, balões. Tudo aquilo e mais um pouco girava em torno dela, e ela nem sequer se movia. Parada, paralisada, olhando o mundo novo à sua volta, com aquele mesmo olhar que teve, quando pela primeira vez abriu os olhos naquele líquido escuro e materno por onde passara 9 meses. Sim, ela estava maravilhada, tonta e sem palavras, não que conseguisse pronunciar alguma com seus poucos meses de vida, mas, mesmo se conseguisse, não teria palavras para fazê-lo.
Sentou-se nos afagos do pai, observou tudo à volta, e, com grande esforço, soltou um leve grito de satisfação. E aquele gritinho agudo e contente foi a única coisa que realmente descreveu o momento.
Alguns anos se passaram, e ela percebeu que as maravilhas que sentiu naquele dia inesquecível nunca mais vieram à tona tão intensamente como na primeira vez. Procurou saber o motivo, se informar, mas tudo o que via não se parecia nem um pouco com aquilo que sentiu.
Ela poderia descrevê-lo como felicidade, mas a palavra felicidade logo se tornava carros, casas e produtos de beleza quando ela perguntava às pessoas. Poderia também descrever como algo magnífico, mas isso se transformava em bíblias e santos em poucos segundos na boca da população.
E o tempo passou, e ela nunca mais sentiu aquilo. Ao contrário: ela foi sentindo cada vez mais calor, mais cheiros ruins, mais plástico, menos físico e muito menos feliz. Ao final, ela decidiu acabar com tudo aquilo, e, como num passe de mágica, voltou ao útero úmido e confortável de sua mãe, e sonhou com as vitrolas, as marionetes e os balões, e jurou a si mesma que faria com que sua vida não sentisse aquilo apenas uma vez, mas que sentisse todos os dias, e que fizesse as outras pessoas sentirem também.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Oportunidades perdidas
Hoje eu estive pensando: "E se eu morrer? For embora, pra sempre? Sem realizar nenhum sonho?".
E acabei de perceber: sonhos a longo prazo são realmente sonhos. Acho que o que me mantêm vivo são os sonhos a curto prazo, tipo cortar o cabelo, ouvir uma música, colocar um piercing, ir acampar. E percebi ao mesmo tempo: eu sou feito de sonhos, desejos desesperados de mudança, ou de permanência. Eu me sinto vivo sonhando, me modificando aos poucos, ou aos muitos.
Mas, quanto aos sonhos a longo prazo, eles são uma imensa bola de neve úmida e grotesca, da qual eu tenho medo. Esses sonhos me mantêm caminhando quando não há sonhos menores, e me deixam de olhos fechados para o futuro. São sonhos enormes, difíceis de conseguir, e me fazem pensar sobre a morte. Sim, morte. Porque agora eu estou preso a eles de uma forma tão intensa, que me causa desespero pensar em não realizá-los.
Queria ter certeza de coisas, queria poder me divertir, me sentir feliz. Mas, não sei o que acontece comigo... eu nunca sei. Sabe? Preciso de alguma prova, pra eu continuar assim, lutando pra que o meu futuro próximo seja bem melhor. Mas, é pedir demais. Acho que vou continuar assim, tentando me explicar, tentando "entrar no meio". Enquanto isso, eu me divirto de outras formas! ieuahuiaeh ;D
E acabei de perceber: sonhos a longo prazo são realmente sonhos. Acho que o que me mantêm vivo são os sonhos a curto prazo, tipo cortar o cabelo, ouvir uma música, colocar um piercing, ir acampar. E percebi ao mesmo tempo: eu sou feito de sonhos, desejos desesperados de mudança, ou de permanência. Eu me sinto vivo sonhando, me modificando aos poucos, ou aos muitos.
Mas, quanto aos sonhos a longo prazo, eles são uma imensa bola de neve úmida e grotesca, da qual eu tenho medo. Esses sonhos me mantêm caminhando quando não há sonhos menores, e me deixam de olhos fechados para o futuro. São sonhos enormes, difíceis de conseguir, e me fazem pensar sobre a morte. Sim, morte. Porque agora eu estou preso a eles de uma forma tão intensa, que me causa desespero pensar em não realizá-los.
Queria ter certeza de coisas, queria poder me divertir, me sentir feliz. Mas, não sei o que acontece comigo... eu nunca sei. Sabe? Preciso de alguma prova, pra eu continuar assim, lutando pra que o meu futuro próximo seja bem melhor. Mas, é pedir demais. Acho que vou continuar assim, tentando me explicar, tentando "entrar no meio". Enquanto isso, eu me divirto de outras formas! ieuahuiaeh ;D
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